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Extermínio nuclear, sim por favor! - parte 8, por Luís Garcia

 

 

  

Extermínio nuclear, sim por favor! - parte 8

 

Luís Garcia  POLITICA    

 

Há uns dias atrás disse a um amigo sírio que os mais recentes desenvolvimentos na Síria relacionados com a traição curda e com a força aérea dos EUA protegendo o ISIS ao bombardear forças sírias que combatem o ISIS a caminho de Raqqa empurram a Rússia e o mundo inteiro para um impasse de terrível resolução. Ou aceita-se a vontade gringa de roubar um terço do território da Síria onde criará o NATO-Curdistão que tanto deseja, ou teremos um conflito a global. Perguntei-lhe que cenário preferiria. Meio a sério, meio a brincar, e com o desespero de um sírio que assiste durante 6 anos ao barbarismo gringo que passa em completa impunidade, respondeu-me: "prefiro a segunda opção"...

 

Rússia imperialista

Agora que chego ao fim desta série de artigos Extermínio nuclear, sim por favor!, não posso evitar de ir ao fundo da questão, a ameaça de extermínio nuclear à escala planetária que tanta gente no nosso ignorante ocidente acredita vir da Rússia de Putin quando, na realidade, devemos precisamente a Putin o adiamento desse extermínio nuclear nos últimos 3 anos, pelo menos!

 

Como disso já se terá apercebido quem pelo menos leu as partes 1 e 2 desta série e outros artigos antigos deste site como Terrorismo-colonização da Síria, os EUA de forma contínua e sistemática têm convidado, impingido mesmo, à Rússia de cair na armadilha de um conflito nuclear. Exemplos não faltam, mas pegarei apenas em 4 senão até cansa:

 

Primeiro, o ataque químico de Guta de 2013. Este mito foi repetido até à exaustão, entre histeria e fundamentalismo, até que se tornou uma verdade no ocidente. O problema é que... não aconteceu como nos foi contado! O exército sírio não cometeu ataque químico nenhum em Guta. Todas as provas mostrando com clareza a autoria dos ataques ("rebeldes" terroristas") foram entregues pela Síria e pela Rússia na ONU, As várias organizações e pessoas que analisaram o ataque nunca encontraram provas contra a Síria. E, no entanto, quem no ocidente tem dúvidas de que "o culpado foi al-Assad"? Ninguém, pois claro, graças à versão oficial dos media ocidentais que não noticiaram as provas nem as pesquisas e conclusões que inocentam o "regime" sírio. Já para não falar do uso da lógica, algo que todos podem fazer sozinhos em casa. Eu, para não me estender muito, convido antes o leitor antes a ler este artigo de Thierry Meyssan, um dos muitos que já desmontou, pela lógica aplicada aos factos acessíveis, esta estúpida mentira de Guta: Cómo los servicios de inteligencia de Occidente fabricaron «el ataque químico» de la Ghouta.

 

 

E que fez Putin perante esta trafulhice de Obama, o qual aproveitou para afirmar que "Assad havia ultrapassado a linha vermelha" e que portanto os EUA "iriam invadir a Síria"? Hein? Putin ofereceu-se para negociar a destruição do arsenal químico sírio, em troca da promessa norte-americana de não invadir (directamente) a Síria! E assim o fez, e assim salvou-nos de um conflito global certo! Cúmulo da estupidez é ver ainda hoje, sim hoje mesmo, mais falsas afirmações de ataques químicos sírios quando a Síria, aí está, já não tem armas químicas desde 2014! E os EUA participaram e monitorizaram a destruição das armas químicas sírias! Irra!

 

Segundo, os EUA orquestraram um golpe de estado na Ucrânia em 2014 depois de, no fim de 2013, o presidente democraticamente eleito desse país ter decidido (por razões muitíssimo lógicas, sensatas e honestas) adiar a assinatura do acordo de livre comércio entre Ucrânia e UE. Adiar e não recusar definitivamente, atenção! Assista caro leitor às entrevistas de Putin a Oliver Stone no fim deste artigo. Nelas Putin explica e bem o porquê da questão, pois o tema de que quero falar agora é outro. Golpe de estado na Ucrânia, instalação de um regime fantoche não eleito governado por funcionários do FMI, organizações nazis e, inclusive, 3 indivíduos não ucranianos que foram escolhidos como ministros do governo ucraniano! E que decidiram fazer estes badamecos? Proibir o uso da língua russa e incentivar a caça a russos, num país com 12 milhões de russos, já para não falar que metade dos ucranianos usam o russo como língua materna! E a Rússia, a tal Rússia acusada de ser imperialista, invadiu a Ucrânia! Não, foda-se! Não, apesar de nos dizerem o contrário na TV! Mostrem-me um só vídeo ou uma só fotografia que prove a presença de forças armadas russas na Ucrânia? É que provas de norte-americonas ilegalmente invadindo e ocupando a Síria é coisa que não falta! Mas os EUA não são imperialistas, é isso? Irra! E não, não falo da Crimeia, não! Se vale referendos independentistas no Kosovo, província da Sérvia, referendo esse inventado e patrocinado pelos EUA, então também vale referendos independentistas na Crimeia, província da Ucrânia! Portanto, perante um claro convite gringo para um conflito global armado em torno do golpe de estado realizado pelos EUA na Ucrânia (provas não faltam, é só pedirem-me), que fez a Rússia? Aceitou o convite? Não, o tiro gringo saiu pela culatra e os aparvalhados ucranianos que sonham com quiméricas uniões europeias viram o seu pequenino PIB cair para metade desde o golpe de estado mal contado! Bravo ucranianos, bravo! Ah, é verdade, e que dizer dos caloteiros ucranianos que continuam recusando pagar os mais de 3 mil milhões de dólares que devem à Rússia por fornecimento de gás? E que dizer da ideia genial de inventar uma multa da treta à Rússia, sim, isso, de 3 mil milhões e tal de dólares, assim mais ou menos por coincidência, de forma a cancelarem a dívida de forma mágica? E que dizer dessa agressora Rússia que, apesar desta ladroagem e descaramento ucranianos, continua fornecendo gás à Ucrânia? Ups, curto-circuito nas cabecinhas anti-Putin e anti-Rússia! 

 

Terceiro, simples e curto. Em 2014, a Turquia, país membro da NATO, abateu um caça russo em céus sírios com o apoio de 2 aviões de reconhecimento dos EUA? Simples! Que fez a Rússia, reagiu, atacando a Turquia, acto que, graças ao Artigo 5 da NATO, significaria atacar EUA e todos os outros países membros da NATO, ou seja, início do extermínio nuclear? Não, nada disso, Putin começou o namoro à Turquia com acordos multi-bilionários de construção do gasoduto Turkish Stream, namoro que hoje mostra bons resultados, sobretudo desde os acordos de Astana (já analisados nesta série de artigos)! Então, e Putin é que é ameaça à paz mundial, hein? Como é? E se alguém tivesse abatido um caça dos EUA no México ou no Canadá, será que ainda estaria vivo para escrever este artigo e o caro leito para o ler, hein? Ahhh, pois é, não faz sentido, não, não é Putin a ameaça!

 

Quarto, como já foi dito nas duas primeiras partes desta série, os EUA mataram soldados sírios este mês no sul do país enquanto combatiam o ISIS nessa região. Mais grave, os EUA no dia 18 deste mês abateu um caça sírio na altura em que este bombardeava posições do ISIS junto a Raqqa! Os próprio EUA admitem tê-lo feito, mas defendem-se, hehe, argumentando, hehe, que fizeram-no em "legítima defesa"! Puta que pariu, é preciso sofrer de paralisia mental para engolir esta! E que fez a Rússia? Que fez a Rússia, legalmente presente na Síria defendendo esse país a pedido do seu presidente legítimo? Que fez a Rússia, respondeu ao criminoso agressor ilegalmente presente na Síria? Não, nada, apenas disse aos sírios para desistirem da sua ambição (legítima e soberana) de conquistar proximamente a cidade síria de Raqqa ao ISIS (cuja força aérea emprestada, pelos vistos, é a norte-americona)! E al-Assad acatou, apesar da tremenda injustiça, frustração e sentimento de impotência perante esta flagrante injustiça! E para quê? Simples, para evitar cair no pedido norte-americona de deflagração do tal extermínio nuclear! E depois al-Assad é que é tresloucado e os tugas que chamam de tresloucado ao al-Assad é que são sensatos? Não me façam rir! Então, e depois o Putin que recua vezes sem conta (perante os convites suicidas e tresloucados dos EUA) é que é uma ameaça à paz mundial! Não há paciência para tanta diarreia pseudo-jornalística tuga e ocidental! Irra!

 

E chega de exemplos! Facto é que a Rússia e Putin, perante os incessantes e macabros convites gringos para a deflagração do extermínio nuclear, recuam, recuam e voltam a recuar! Recuar, recuar, recuar, sempre recuar em prol da paz mundial!

 

Por vezes convictos apoiantes da política externa russa, como eu, perdem a paciência e falam mal de Putin e da Rússia, como quando, no dia 6 de abril de 2017, em consequência d'O ataque químico que NÃO aconteceu em Khan Shaykhun, os EUA de forma ilegal e criminosa bombardearam a base aérea síria de Shayrat , na qual se encontravam militares russos, sim, russos! E a Rússia recuou, em prol da paz, para (não) variar, e eu chateei-me, fiquei de birra e discuti com amigos russos, eu e muitos outros desses tais apoiantes da política externa russa! Mas no final esses meus amigos russos e Putin tem razão pois a reacção (calma) da Rússia procura manter a paz e não iniciar a guerra planetária, de forma muitíssimo fria e pragmática, mas é isso que faz! Temos pena. O que é dito nos nossos médias contra Putin é pura diarreia mental! Tão mal falam da Rússia, em tudo, que a BBC até fez um documentário porco, altamente manipulador e falso, tentando amedrontar ingleses e companhia para que desistam de ir ao mundial de futebol de 2018 na Rússia, pois senão o fizerem serão esventrados e decapitados por trogloditas russos e hooligans russos que mastigarão esses bifes mal-passados ao pequeno almoço, ahahahah! Como se essa merda (anti)futebolística de hooligans não tivesse as suas raízes precisamente em Inglaterra!  Pior, a mesma BBpiças produziu um documentário no qual (pra variar) acusa a Rússia de terem subornado gente de forma a conseguir ganhar a organização do mundial de 2018. A Rússia exigiu um investigação e, pois, no final a BBC é acusada de fazer acusações infundadas sobre a Rússia! Ups! E, entretanto, começam a sair revelações de subornos e de tentativas de subornos de delegados de vários países para que votassem na candidatura inglesa à organização do mundial de futebol. Os representantes da África do sul e da Coreia do Sul, por exemplo,  já vieram confessar como foi feito o suborno! Ups, pela boca morre o peixe!

 

Somos os maiores nós, ocidentais no geral, ingleses ou portugueses em particular! NATO a metros da fronteira russa nos países bálticos, inclusive com 6 caças tugas e militares tugas, mas tudo bem! Os EUA comprometeram-se a não expandir a NATO para leste depois do fim da URSS, mas qual quê! Toca a expandir! Toca a instalar sistemas THAAD na República Checa, Roménia e Coreia do Sul!  Agora a Rússia respondendo, reposicionado a contragosto e por necessidade pragmática de reequilíbrio assimétrico do poder nuclear, mísseis nuclear em Kaliningrado, aí, uí, jazuz, isso não, senão os generais da NATO viram pitas histéricas sobre o efeito de mescalina!

 

Os EUA abandonaram de forma unilateral o acordo START II (criado para implementar a redução de armas estratégicas dos EUA e Rússia) e ninguém pelo nosso ocidente achou mal tal decisão! E os EUA, à cowboys, a rambos, ainda mandaram passear Putin dizendo que os EUA fazem o que bem lhes apetecer!?! Ok chefe, tá tudo! Depois não venham é criticar a Rússia se esta, por razões óbvias, e a contragosto (pois tem assuntos mais importantes onde investir dinheiro, como a educação, a saúde ou a reindustruialização), se meter de novo na corrida ao armamento! É que não contem com uma Rússia de Putin submissa, vulnerável e de cauda entre as pernas, não, não sonhem (ver The Putin Interviews 4)!

 

Putin espancando um jornalista-zombie da BBC:

 

Portanto sim, temos uma Rússia que não se verga enquanto estado vassalo mas que, contudo, recua vezes sem conta perante o bullying norte-americano, sempre pela pragmática e nobre vontade de evitar o extermínio nuclear tão ambicionado por certos sóciopatas que governam os EUA arredores. Perante um ambiente de tão grande tensão como este, com uma potência invadindo tudo e todos, e outra potência recuando para evitar o extermínio nuclear, que futuro nos é reservado? Peguemos na agressão norte-americona à Síria, exemplo perfeito para esta questão. Ontem, enquanto conversava com um amigo que não via há muito, e depois de dizer mais ou menos o mesmo que aqui disse, acabei por lhe perguntar essa questão, "qual é o futuro para a agressão à Síria?", acrescentado que há 2 hipóteses e que acertasse pelo menos 1. O meu amigo respondeu-me "paz". Na minha opinião está errado. Porquê? Simples!

 

Ou a Rússia anda infinitamente para trás, recuando vezes sem conta como eu acima dizia e, consequentemente, permite a continuação da guerra imperialista de espezinhamento à Síria, ou, um dia, a Rússia diz basta, com razão (há anos que sírios desesperam, como o meu amigo da introdução do artigo, para que a Rússia diga esse basta) e, nesse caso, temos outro tipo de guerra, a guerra de extermínio nuclear. Guerra perpétua ou extermínio nuclear! Guerra perpétua é precisamente o que temos tido desde o fim da URSS e, sobretudo, desde a palhaçada do dia 11 de Setembro de 2001! Extermínio nuclear é para onde os EUA convida a Rússia de forma incessante! A haver uma terceira opção, a da paz, como avançou o meu amigo e conterrâneo, tal paz implicaria o fazer de malas por parte de norte-americonas e o seu consequente regresso a casa, coisa que não estou a ver, nem na Síria nem em lado nenhum! Basta olhar para as 800 bases militares gringas espalhadas pelo planeta e as várias guerras de agressão em simultâneo que os EUA impõe aos insubmissos deste mundo.

 

O "demoníaco" Putin 

Entrevista completa de Putin ao Le Figaro


A entrevista acima é, sem dúvida nenhuma, uma grande aula de história e de retórica baseada em factos indestrutíveis que Putin deu aos badamecos de pseudo-jornalistas do Le Figaro, ahahah! A provocações patéticas sobre os EUA, a Síria, a Ucrânia, as sanções contra a Rússia, o alegado envolvimento russo nas eleições dos EUA, a NATO, etc., Putin respondeu com elegância, lógica e com infinita paciência, ao contrário daqueles patéticos porta-vozes da propaganda ocidental que não só não pararam de sobranceiramente provocar o presidente russo, não só repetiram os mesmos mantras anti-Rússia de sempre, como ainda por cima fizeram-no imbuídos da típica impaciência jornalística ocidental de cortar a palavra ao entrevistado e colocar questões paralelas enquanto algo muito sério e importante está a ser dito! Este comportamento dos jornalistas mainstream ocidentais faz-me lembrar aqueles trabalhos de casa das aulas de português, quando tínhamos de preparar uma série de perguntas e depois tínhamos de entrevistar alguém. Um entrevistava o padeiro da aldeia, outro entrevistava o presidente da junta de freguesia, e por aí fora. E no que davam tais entrevistas? Dava numa infantilidade de pergunta-resposta monótona, sem dinamismo nenhum, não havia perguntas adaptadas às respostas anteriores, não havia empatia, e não tínhamos o mínimo interesse sobre as respostas, pois estávamos nervosamente focados na boa dicção da pergunta seguinte. Portanto trabalho de um infinito autismo-jornalístico mas, aí está, éramos crianças fazendo trabalhos de casa, não jornalistas com dezenas de anos de carreira trabalhando para o Le Figaro cujo o orçamento anual está na casa das dezenas de milhões de euros, ahahah! Portanto, a entrevista partilhada acima é, acima de tudo, uma aula de saber-estar da máquina política russa contra a típica prepotência ignorante do jornalismo ocidental .

Não me canso de dizer, há que ler O terrorismo Ocidental de Andre Vltchek e Noami Chosmky, onde de forma brilhante é dissecado este comportamento ocidental prepotente, assim como o profundamente enraizado chauvinismo (no Ocidente) que serve de base a tal comportamento.

E já agora, citando a minha mãe pela primeira vez neste espaço, "que bom é ter um entrevistador calmo, paciente, que deixa falar o seu convidado, sem interrompê-lo o tempo todo, como fazem na televisão portuguesa!" Ah, sábias palavras. A minha mãe disse isto depois de eu lhe ter feito assistir à mais recente entrevista de Afshin Rattansi a John Pilger no programa Going Underground da RT. Disse tudo, está habituada a assistir aos maus hábitos de prepotentes e ainda assim ignorantes jornalistas portugueses. Não está habituada à sensatez e à liberdade de expressão total características deste canal russo incessantemente demonizado precisamente pelos toscos médias ocidentais que aqui são criticados! Está habituada a assistir à infantilidade de pergunta-resposta monolítica, ao jornalista de dedo no ar cagando-se completamente para o que o entrevistado está a dizer e ansioso por perguntar a próxima pergunta-mantra que tem apontada no seu caderninho repleto de sublinhados e coraçõezinhos coloridos, tipo "cartilha" só que a sério! Está cansada de assistir às mesmas perguntas de sempre, como "acha que Assad tem futuro na Síria?", como se a pergunta fizesse algum sentido, como se a pergunta tivesse alguma relevância, como se a parva-pergunta não tivesse já sido feita milhares de vezes pelo mundo fora e centenas de vezes ao próprio Putin, como se não fosse óbvio que a resposta de Putin viria a ser a mesma de sempre pois o homem só tem uma palavra e não muda de ideias como quem muda de cuecas ao bom-mau estilo dos políticos ocidentais! Enfim, a infantilidade jornalística não dá para mais e, como no ocidente chauvinista, quer jornalistas ovelhizantes-ovelhas quer telespectadores ovelhas se recusam a assistir a médias de outros continentes e outras sensibilidades sócio-culturais, por norma, nunca há ninguém para dizer que "o rei vai nu" e, assim, a estória da treta repete-se ad infinitum!

A entrevista a John Pilger está aqui, para quem quiser ver, e para quem quiser comparar, por exemplo, com as de Fátima Campos Ferreira. Ahahahah:

 

 

The Putin Interviews

Voltando ao "demoníaco" Putin, pessoal, a sério, antes de falar mal ou bem de Putin, assistam a estas 4  horas de conversa com o norte-americano realizador Oliver Stone. Atentai no discurso complexo e no raciocínio lógico e objectivo, e comparai o "tresloucado, assassino, imperialista, Agressor" Putin que nos vende a TV ocidental com o Putin destas 4 horas de entrevista:


The Putin Interviews 1

The Putin Interviews 2

The Putin Interviews 3

The Putin Interviews 4

 

E bom, acabou-se a colecção Extermínio nuclear, sim por favor!, muito mais haveria de dizer, mas o objectivo está cumprido, creio eu. Agora vêm uns dias de férias, praia, bicicleta e tenda para acampar, não sem antes publicar hoje, dia 3 de Julho, um artigo dedicado às vítimas do grande crime contra a humanidade cometido pelos EUA no dia 3 de Julho de 1989, a ler e partilhar, para que a memória não se apague, para que possamos aprender com a história de forma a evitar que ela se repita!

 

Luís Garcia, 03.07.2017, Ribamar, Portugal

 

leia aqui: Extermínio nuclear, sim por favor! - parte 1 

leia aqui: Extermínio nuclear, sim por favor! - parte 2

leia aqui: Extermínio nuclear, sim por favor! - parte 3

leia aqui: Extermínio nuclear, sim por favor! - parte 4

leia aqui: Extermínio nuclear, sim por favor! - parte 5

leia aqui: Extermínio nuclear, sim por favor! - parte 6

leia aqui: Extermínio nuclear, sim por favor! - parte 7

leia mais artigos sobre a Síria aqui

 

 
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